O que visitar

Gondomar é um destino turístico onde as tradições nos oferecem momentos de prazer pela diversidade e riqueza do seu património artístico, de lazer, histórico e cultural. Enfim algumas das razões que convidam a visitar Gondomar.

O Rio Douro que abraça Gondomar em 30 Km de área é um elemento do Património Natural que traduz uma das principais atrações turísticas do Município, para todos quantos procuram o Turismo de Natureza.

A herança agrícola de Gondomar permite-nos, ao percorrer todo o Concelho, nos seus recantos encontrar um grande espólio de património rural, que são os denominados Espigueiros, pequenas construções em madeira e granito cuja função era o bom armazenamento de espigas de milho.

O património artístico de Gondomar traduz os verdadeiros ecos do passado que são motivos de procura no presente, dos quais destacamos as Igrejas com talha dourada e lindos azulejos, como é o caso das de Gondomar (S. Cosme), Rio Tinto e Foz do Sousa.

Ao passar na Estação de Caminhos de Ferro de Rio Tinto não poderá passar indiferente à Arte de Azulejaria, num magnífico conjunto de painéis de azulejos, datados de 1936, da autoria do pintor João Alves de Sá que retratam um pouco da vida de Rio Tinto bem como a lenda que deu origem ao nome da Freguesia.

A Capela Santo Isidoro é um autêntico exemplar de Património Construído e que coroa o Monte Crasto, que com 194 m de altitude representa um verdadeiro cartaz turístico de Gondomar, situado em pleno centro da cidade, oferecendo uma vista panorâmica sobre o Município e outros que lhe são limítrofes.

Um dos pontos de referência de visita no Município de Gondomar é a Casa Branca de Gramido, em Valbom de grande conotação histórica, já que neste local foi assinada a Convenção de Gramido, em 1847, que pôs fim à guerra civil que assolava o País. Este Imóvel de Interesse Público encontra-se restaurado ao abrigo do Programa Polis de Gondomar.

Pelo Concelho a fora pode visitar e apreciar vários solares seculares, como o solar da Casa de Montezelo, em Fânzeres embelezado pela Magnólia com uma respeitável idade de 300 anos de existência. Classificado como Imóvel de Interesse Público, onde realça a capela de N. Sra. da Conceição com altar em talha policromada. Nesta habitação senhorial viveu o poeta e escritor do século XIX, Araújo Rangel Pamplona.

O Solar da Bandeirinha, em Melres, é um dos mais significativos exemplares da arquitetura civil do Concelho de Gondomar. Palacete que foi solar da família Portocarrero, que se destaca pela sua opulenta ornamentação de talha que forma os tetos de várias salas, obra de 1697.

Estando em Melres não deixe de visitar a Casa Grande, de cariz senhorial e estilo barroco, mandada construir pelo Morgado de Vilar de Perdiz, no início do século XVIII.

Na Freguesia da Foz do Sousa pode parar e observar a Ponte da Foz do Sousa, projeto da autoria do Eng.º Edgar Cardoso. Esta ponte possui os mesmos traços arquitetónicos da Ponte da Arrábida, servindo de ensaio para a mesma.

De inestimável valor cultural, a Fundação Júlio Resende, em Valbom, também designada por Lugar do Desenho, foi criada a partir de um espólio de mais de 2.000 desenhos do Mestre Júlio Resende. Neste espaço cultural, que beneficia de um magnífico jardim, decorrem exposições temporárias. Também utilizado para conferências e pequenos concertos.

Mais recentemente foi construído um grandioso equipamento de grande valor arquitetónico e de referência para Gondomar, da autoria do conceituado e mundialmente consagrado Arquiteto Siza Vieira. Falamos do Multiusos de Gondomar, preparado para grandes eventos desportivos, culturais, recreativos, económicos e sociais.

Relativamente ao Património Industrial é de referir a Indústria de Extração Mineira de São Pedro da Cova que outrora foi um polo gerador de emprego. Marco que identifica a existência dessa indústria e que representa um “ex-libris” da Freguesia, sendo um raro exemplar da engenharia mineira é o Cavalete de S. Vicente, construído em 1935 e desativado desde 1970. As rodas do Cavalete estão agora ao ar livre no jardim do Museu Mineiro de São Pedro da Cova. Estas rodas, devido à altura a que se encontravam (no cimo do Cavalete) eram chamadas de “andorinhas”.

A Fundição de Sinos, em Rio Tinto, ainda a laborar é um local de interesse para visita turística já que, a par da Fundição de Sinos de Braga, são as únicas a produzir em Portugal.

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